Que bom que você veio, aproveite

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Embarque diário de frango em março foi menor que o de fevereiro

Mesmo tendo crescido em relação ao mês anterior e ao mesmo mês do ano passado, as exportações de carne de frango mostram também outro resultado, sem dúvida contraditório. Ou seja: o volume médio diário embarcado em março foi inferior ao de fevereiro. O que leva à simplificada conclusão de que só houve aumento no volume embarcado porque março tem, em relação a fevereiro, maior número de dias úteis.
Este, pelo menos, é um dos referenciais adotados pela SECEX/MDIC para demonstrar a evolução das exportações brasileiras em um determinado período: o número de dias úteis do mês.
Foram 18 em fevereiro e 22 em março - 22% a mais. O que, contraposto aos volumes totais dos dois meses (267.737 e 316.972 toneladas, respectivamente) corresponde a embarques diários de 14.874 toneladas em fevereiro e 14.408 toneladas em março. Portanto, em vez de aumento houve redução, superior a 3%.
Mas o processo não é tão simples assim. Por exemplo, a SECEX/MDIC considerou que, em fevereiro, a segunda e a terça-feira de Carnaval não foram dias úteis e, portanto, não tiveram embarques. Mas isso pode ter ocorrido apenas contabilmente, não fisicamente. E, neste caso, apenas um dia útil a mais (19 em vez de 18) já inverteria o resultado originalmente observado.
Mas não só isso. Acompanhando a evolução dos embarques de carne de frango de março sob o prisma do volume diário semanal (e não mais mensal), observa-se que após resultados medíocres nas duas primeiras semanas do mês, a partir da terceira semana as exportações do produto ganham fôlego. Mais exatamente, saltaram de uma média diária de 12.024 t/dia na primeira e segunda semanas (10 dias úteis) para 16.395 t/dia entre a terceira e quinta semanas de março (12 dias úteis).
E é este resultado, principalmente, que importa. Pois indica estar ocorrendo retomada dos embarques. Aliás, se a média mais recente se mantiver nos 20 dias úteis de abril corrente, o resultado do mês anterior será novamente superado.

Fonte:Avisite

segunda-feira, 30 de março de 2015

Desempenho do frango abatido no 1º trimestre de 2015

imageO frango abatido resfriado (base: grande atacado da cidade de São Paulo) vai encerrando os primeiros três meses de 2015 com um valor nominal muito similar àquele registrado no mesmo período do ano passado
Em outras palavras, não acompanhou a inflação do período – próxima de 8% pelo IPCA-15 do IBGE – e, portanto, permanece com um valor real menor que o do primeiro trimestre de 2014. O curioso, aqui, é constatar que a ausência de qualquer ganho é devida às condições de mercado no mês de março e não aos meses anteriores quando, supostamente, o consumo (devido às férias) é visivelmente menor.
É verdade que, em janeiro passado, o preço do frango abatido também ficou aquém do registrado um ano antes. Mas, como demonstra o gráfico abaixo, a inferioridade de preço no mês foi pequena, da ordem de 1%. Em contrapartida, fevereiro propiciou significativa valorização do produto. A ponto de registrar-se, entre o primeiro e o último dia do mês, diferença de 15% nos preços praticados. Em decorrência, o primeiro bimestre de 2015 foi encerrado com ganho de 4%.
Essa parca vantagem evaporou no decorrer de março. Pois ainda que o mês tenha sido iniciado com uma cotação média cerca de 10% superior à registrada em 1º de março de 2014, o valor ora alcançado (cotação de ontem, 26 de março) é quase 6% menor que o de um ano atrás. E a média registrada nesses primeiros 26 dias do mês apresenta valor real cerca de 9% inferior à dos mesmos dias de março de 2014.
Com o próximo início de um novo mês e as comemorações da Páscoa – isto, logo no primeiro domingo de abril – seria natural contar com nova e imediata retomada de preços do frango abatido. Mas a próxima semana é, também, a Semana Santa, período em que o consumo se concentra no peixe. Por isso, o possível andamento do mercado permanece uma incógnita.

Fonte: Portal do Agronegocio-MG


Imagens: E.Brentzel

quarta-feira, 25 de março de 2015

Biossegurança garante prevenção a Gripe Aviária

imageSegundo cientistas e especialistas no assunto existem medidas que ajudam no combate e na prevenção da doença, através da Biossegurança, investindo em limpeza e desinfecção das granjas. A ameaça de um novo surto de Gripe Aviária ou também conhecida como Gripe do Frango, preocupa autoridades mundiais, em especial os americanos e chineses devido aos últimos incidentes em algumas granjas, levando a óbito centenas de pessoas e a eliminação de grandes lotes de aves vivas.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o segundo surto da Gripe H7N9 na China infelizmente tem potencial suficiente para se transformar em pandemia. A morte de cerca de 100 chineses nos primeiros dois meses do ano, se espalhou por meio dos mercados de aves vivas, desta forma podendo se propagar para outros países. Segundo cientistas e especialistas no assunto existem medidas que ajudam no combate e na prevenção da doença, através da Biossegurança, investindo em limpeza e desinfecção das granjas. O maior fator de risco para gripe aviária é o contato com aves contaminas pelo vírus causador da doença ou com superfícies contaminadas por penas, fezes ou saliva das aves. A médica veterinária da Fornari imageIndústria, Juliana Rodem, defende uma vigilância rigorosa da doença. “Os princípios básicos da higiene ajudam a proteger os animais contra a doença, se não houver conhecimento de nenhum surto na sua região, alguns princípios simples ajudarão a manter suas aves em segurança como mantê-las em boas condições, pois as aves em boa forma, saudáveis, com um bom suprimento de água e alimentos limpos e uma boa habitação têm menos probabilidades de pegar a gripe aviária. Mantenha as aves num ambiente protegido, por exemplo, num galpão fechado, numa área cercada ou num quintal protegido. As aves que andam soltas correm maior risco. Controle todas as entradas na granja”.
Juliana ainda esclarece que as aves podem ou não apresentar sinais da doença. Quando aparecem sinais, eles começam entre dois e cinco dias após a ave ter contraído o vírus. “É preciso ficar atento se as aves morrerem rapidamente. Elas podem não parecer doentes antes de morrerem, sinais clínicos variam de acordo com a cepa do vírus da infecção”, finaliza.

Fonte: Fornari Indústria (Assessoria de Comunicação - News Comunicação Organizacional)

Imagens: E.Brentzel

terça-feira, 24 de março de 2015

História de Cabreúva

imageUm pouco da Historia de uma cidade que aprendi a gostar, respeitar, cidade que me acolheu como trabalhador a 21 anos e na qual fiz muitos amigos. Cabreúva foi fundada em princípios do século XVIII por um membro da família Martins e Ramos, do Município de Itu, o qual, à procura de um lugar para instalar-se, subiu explorando a margem direita do rio Tietê até encontrar um vale encravado entre três grandes serras - que mais tarde seriam denominadas "Japi", "Guaxatuba" e "Taguá", onde, constatando o clima ameno, a fertilidade do solo e a abundância de água existentes, estabeleceu-se.
Senhor de muitos escravos e dono de grande fortuna, Martins, acompanhado pela família, ocupou a terra e dedicou-se a cultivar cana-de-açúcar para a fabricação de aguardente, dando início à instalação de engenhos que se tornariam a maior força econômica da localidade durante décadas; produzindo uma cachaça que ganhou notoriedade e tornou-se famosa muito além de suas fronteiras, dando à cidade o popular slogan de "Terra da Pinga".
imageAproximadamente um século após a fundação, uma família de lavradores doou o terreno para a construção de uma capela, que foi erguida sob a invocação de São Benedito, mas a mesma, poucos anos depois, em virtude da precariedade da construção, desmoronou ante a força de um grande temporal.
No mesmo local, passados alguns meses, foi erigida, por um fazendeiro, uma nova capela, até que, em 1856, com recursos levantados pela comunidade, ergueu-se a Matriz atual, em homenagem à Nossa Senhora da Piedade, Padroeira do Município, que é homenageada em 15 de setembro.

Parabéns Cabreuva,

E.Brentzel

segunda-feira, 23 de março de 2015

Os desafios do frango

imageBrasil se manterá líder em exportação na próxima década, mas ainda terá de fazer o dever de casa.
O Brasil assumiu a liderança mundial na exportação de carne de frango em 2005 e não deverá perdê-la. É o que indicam projeções do Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Qualidade, custos menores e, principalmente, a ausência de doenças são alguns dos propulsores dessa cadeia. Apesar dessa ilha blindada que o país se tornou, a preocupação com problemas sanitários graves, como o da gripe aviária, é constante. Hoje o setor tem um fundo com recursos privados voltado para a defesa sanitária e orientações para produtores quanto às medidas de segurança na própria granja. Mesmo com avanços, o presidente-executivo da ABPA (Associação Brasileira de Proteínas Animal), Francisco Turra, diz que "a preocupação hoje é muito grande com a defesa sanitária, principalmente porque, apesar dos cuidados atuais, ainda há muito coisa a ser feita".


imagePelo menos 94% da avicultura brasileira é profissional. E a ameaça maior vem dos outros 6% dos produtores, às vezes um pouco descuidados.
O presidente da ABPA diz que a posição do Usda, de que o país vai continuar sendo líder no setor, é realista. Na avaliação do órgão norte-americano, os brasileiros vão exportar 5 milhões de toneladas em 2024, com alta de 34% ante 2014. As exportações do Brasil superam em apenas 1% as dos Estados Unidos, o segundo maior exportador mundial. Em 2024, esse aumento será de 16%. Entre os desafios para os produtores brasileiros estão os custos, até então um ponto imbatível para o Brasil. Em 2002, o custo do quilo de frango, do início da produção à colocação nos mercados consumidores, era de US$ 0,40. Nos EUA, atingia US$ 1,10.

Fonte: Globo Rural-SP

Imagens: E.Brentzel

sexta-feira, 20 de março de 2015

Frango e o Suino substituem carne bovina na mesa

imageOs altos preços da carne bovina levaram a uma redução no abate de gado no País no ano passado. O consumidor substituiu o produto por frango e suínos nas refeições, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O País abateu 33,907 milhões de cabeças de gado em 2014, 1,5% abaixo do recorde histórico alcançado em 2013, de acordo com as Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha. A produção foi de 8,063 milhões de toneladas de carcaças bovinas em 2014, queda de 1,3% em relação ao ano anterior.
"Essa perda tem ligação com a alta do preço ao consumidor, que substituiu a carne bovina pela carne suína e a de frango.", explicou Octávio de Oliveira, pesquisador da Coordenação de Agropecuária do IBGE.
imageAs carnes ficaram 22,21% mais caras ao consumidor em 2014, o que levou o item a exercer o maior impacto sobre a inflação oficial no ano, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), também do IBGE. Diante no custo mais alto, as famílias aumentaram a demanda por carne suína e frango, impulsionando o abate desses animais para patamares recordes na série histórica iniciada em 1997.Os produtores contabilizaram 37,118 milhões de suínos abatidos no ano passado, alta de 2,3% em relação 2013. Já o abate de frangos chegou a 5,496 bilhões de unidades, um avanço de 1,9% no período. "O frango é a principal carne substituta da carne bovina",

Fonte: Jornal do Estado do Paraná

Imagens: E.Brentzel

quinta-feira, 19 de março de 2015

Muito prazer em reve-los amigos

imageOla amigos,  meu leitores e colegas de trabalho que me acompanham pelo Blog. Primeiro quero pedir desculpas pelo intervalo sem postagens e sem informações. na verdade este mundo nosso conturbado e complicado, com certeza fizeram o mesmo com vocês. Mudanças de planos, desenvolvimentos, atrasos,  problemas comuns entre todos nos e por essas e outras, nos fazem as vezes deixar projetos parados e ativar novos, em busca de motivação, ou até mesmo no intuito de se lançar em novos desafios. Por esta razão estive longe, mais amigos, muitas coisas aconteceram e muito tenho para postar.

Utilizando um simbolo da nova linguagem desta nossa juventude, #estoudevolta

Erwin Brentzel

terça-feira, 22 de julho de 2014

Cade aprova compra de frigorífico de aves no Paraná pela JBS

imageO Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição pela JBS da indústria de alimentos Avebom, no Paraná, segundo despacho publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.
A JBS adquiriu todas as quotas representativas do capital social da DBF Participações imageSocietárias e, consequentemente, da sua subsidiária integral, a Avebom.
Para a JBS, "a operação representa uma boa oportunidade de negócio que permite à empresa fortalecer suas atividades de abate de frangos no Estado do Paraná e de produção e comercialização de carne de frango in natura no mercado nacional", segundo documentação publicada pelo Cade.

Fonte: Globo Online – RJ

Imagens: E.Brentzel

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Preço da carne de frango recua com fraca demanda

imageAs cotações da carne de frango, tanto congelada quanto resfriada, têm caído, de acordo com pesquisadores do Cepea, devido à demanda reduzida. No final de junho, o aumento no consumo por conta da vinda de turistas ao Brasil (Copa do Mundo) ajudou a dar mais giros aos estoques. Recentemente, no entanto, voltou a prevalecer a demanda enfraquecida por parte dos consumidores brasileiros. 

Nessa quinta-feira, 17, o frango resfriado foi negociado a R$ 3,15/kg no atacado da Grande São Paulo, baixa de 2,2% em relação à quinta anterior. Para o frango congelado, a desvalorização foi de 2,5% no mesmo período, fechando a R$ 3,14/kg na quinta. 

imageEntre os cortes de frango, as quedas também predominam. De modo geral, as desvalorizações dos cortes estão atreladas ao fraco consumo. Segundo colaboradores do Cepea, a menor demanda por parte do varejo tem elevado os estoques no atacado e, com isso, compradores tentam negociar a preços menores.  

Fonte: Cepea/Esalq.

imagens: E.Brentzel

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Tecnologia no Campo

Vosser lança aquecedor a cavaco de madeira para uso em aviários

A Vosser Aquecedores lançou para o mercado de aves o Aquecedor a Cavaco de Madeira Modelo VS-GCM 4.000, direcionado para uso em aviários de até 150-160 metros. O lançamento aconteceu na AveSui América Latina, principal evento latino-americano do setor produtivo de aves e suínos. O novo equipamento traz alta tecnologia em aquecimento e baixo consumo de cavaco (dados comprovados em clientes que já possuem o aquecedor). Acompanha painel automático e silo para abastecimento com capacidade de armazenamento de cerca de 0.8 m3 de cavaco, o que corresponde em média a um período de 06 a 12 horas de funcionamento automático (dependendo do aviário e da região).
Além do aquecedor a cavaco, a Vosser também fabrica aquecedores a lenha e a pellets de madeira. Destaque para dois modelos: o VS-GPM 3.600, para aviários de até 120 metros, e o VS-GPM 3.900, para aviários de até 150 metros (também funcionamento automatizado). Ambos possuem painéis automáticos e silo para abastecimento com capacidade para 162 kg de pellets, o correspondente em média de 06 até 10 horas de funcionamento automático (dependendo do aviário e região).

Fonte: Avicultura industrial

Imagens: E.brentzel

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Preços de pintainho, do frango para abate e da carne sobem

imageA maior demanda por carne de frango no atacado e no varejo tem impulsionado os preços em toda a cadeia avícola, segundo informações do Cepea. Além do aumento pontual do consumo interno, resultado da demanda extra de turistas no Brasil por conta da Copa do Mundo, os altos patamares das carnes concorrentes (bovina e suína) fazem com que parte da população acabe optando pelo frango, mais barato se comparado às demais carnes. 

Entre 18 e 26 de junho, o frango inteiro resfriado se valorizou ligeiro 0,3%, com o quilo passando para a média de R$ 3,26, no atacado da Grande São Paulo. Para o congelado, o aumento foi de 0,9% no período, indo para R$ 3,22/kg, em média, também no atacado paulista. 

imageCom a maior demanda pela carne, aumenta a procura por pintainhos para elevar a produção de frangos para abate, resultando em altas de preços também nesse elo da cadeia. Na média das praças do estado de São Paulo, o pintainho se valorizou 4% no acumulado de junho (até o dia 26), cotado a R$ 1,07/unidade nessa quinta-feira, 26. Do lado da oferta, a queda das temperaturas, especialmente nas regiões sulistas, tende a dificultar a criação dos animais por conta do estresse, diminuindo a conversão alimentar (consumo de ração pelo ganho de peso) e elevando os índices de mortalidade. 

Fonte: Avicultura Industrial

Imagens: E.Brentzel

domingo, 1 de junho de 2014

Setor avícola cobra fiscalização redobrada

A chegada da Copa do Mundo preocupa o setor avícola do Rio Grande do Sul. O temor está na alta concentração de estrangeiros, o que poderia acarretar problemas sanitários para a cadeia gaúcha, que hoje exporta 60% da sua produção, com a entrada de enfermidades inexistentes no País, como o vírus da gripe aviária. Por isso, em encontro na manhã desta quinta-feira, a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) cobrou atenção redobrada do Ministério da Agricultura durante o período, solicitando fiscalização mais intensa em regiões de fronteiras e aeroportos a fim de impedir qualquer incidente.

Na ocasião, representantes do setor receberam orientações visando à prevenção. A principal reivindicação é evitar visitas aos estabelecimentos e propriedades. “Nosso intuito é nivelar junto aos nossos associados e órgãos oficiais quais serão os cuidados na época do mundial. Solicitamos reforço através de uma inspeção mais rigorosa e apurada a produtos alimentares que possam estar entrando no País nos postos de acesso, além de recomendar reforço nos cuidados que já vêm sendo tomados pela indústria e produtores”, explicou o diretor executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos.

Lembrando que as exportações brasileiras somaram, em 2013, aproximadamente US$ 8 bilhões, a fiscal do Serviço de Saúde Animal (SSA) do Ministério da Agricultura, Taís Oltramari Barnasque, garantiu que “há permanente preocupação tanto do setor público quanto privado na manutenção da condição sanitária do plantel avícola nacional”. Nesse sentido, segundo Taís, o ministério já instituiu “a vigilância ativa na importação de material genético avícola e de aves ornamentais e de companhia, colhendo amostras biológicas para pesquisa do vírus da influenza aviária e da doença de Newcastle”.

Fonte: Jornal do Comércio-RS

Imagens: E.Brentzel

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Flamboiã leva seus lideres para um domingo de aventuras

Treinamento Vivencial e Desenvolvimento Humano:

imageQuer ensinar uma criança à andar de bicicleta? Mostre como fazer e deixe ela andar ! Não tem discurso, curso, foto ou filme que substitua a EXPERIÊNCIA. É a pedagogia mais impactante disponível.

Na cidade de Brotas foram executadas as atividades ao ar livre onde os lideres foram submetidos a provas de resistência, estratégia, coragem imagee superação. Estas atividades tiveram como premissa o seguinte tripé: vivência consistente / esforço físico limitado / segurança máxima.

Nesta linha de trabalho, o dia passou como uma flecha, as equipes super entrosadas, muitas risadas e divertimento. Iniciamos o dia com um delicioso Café da manhã do campo e terminamos com uma confraternização ( churrasco ) e uma reunião para troca final de experiencias e valores sobre tudo o que fora feito e trabalhado.

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Foi muito bacana poder dividir com vocês meus amigos este final de semana, obrigado por fazerem parte do quadro de funcionários da nossa empresa tenho muito orgulho de todos vocês…..

E.Brentzel

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Biovet lança única vacina contra coccidiose aviária a utilizar cepas brasileiras

Lançamento oferece maior e mais rápida proteção contra os reais desafios a campo.

imageAssessoria de imprensa (10/05/2005) -- O Laboratório Biovet anuncia o lançamento da Bio-Coccivet R, primeira vacina contra coccidiose a atender a realidade do mercado brasileiro e voltada às agroindústrias que produzem matrizes avícolas. Até então as vacinas usadas pelos avicultores eram importadas. Lançamento ocorre nesta terça-feira (10/05), em Florianópolis/SC. Para fabricar a vacina foi construída a primeira planta de produção de vacina contra coccidiose aviária da América Latina. Em todo mundo há apenas cinco outros centros similares ao do Biovet, mas possivelmente nenhum outro tão avançado.

O Biovet também está dobrando sua capacidade de produção de vacinas para saúde animal, a partir da inauguração de um segundo aviário SPF (Specific Pathogen Free), no qual são produzidos ovos embrionados livres de patógenos específicos usados como matéria-prima na produção de vacinas. As novidades resultam de investimentos próprios de US$7,4 milhões aplicados em infra-estrutura, pesquisa e tecnologia inéditas na avicultura do Brasil.

imageBio-Coccivet R é solução contra coccidiose, doença infecciosa que afeta aves e que acarreta prejuízos anuais de cerca de US$ 800 milhões à avicultura mundial. O lançamento também atende as atuais tendências de segurança alimentar: por ser uma vacina não deixa resíduo químico nos ovos e na carne de frango. Bio-Coccivet R teve parceria inédita entre o Biovet e a USP (Universidade de São Paulo). Em seu desenvolvimento, a vacina exigiu técnicas biológicas, bioquímicas e moleculares -- algumas inéditas, ou apenas utilizadas nas áreas de estudos genômicos, de medicina forense, de testes de paternidade humana etc. Não é à toa que gera dois pedidos de patente.

Fonte: Facebook/Biovet.SA

Imagens: E.Brentzel

Avicultura

imageLevantamentos feitos pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações da avicultura brasileira – que contemplam embarques de carnes de frango, peru, patos, ovos, materiais genéticos e ovos férteis – totalizaram 1,314 milhão de toneladas nos quatro primeiros meses de 2014, resultado 1,1% maior em relação ao mesmo período do ano passado. Em receita, houve decréscimo de 11,3%, atingindo US$ 2,56 bilhões. O resultado em volumes também foi positivo em abril. De acordo com os dados da ABPA, houve crescimento de 2,8%, chegando a 364,2 mil toneladas. Já em receita, as exportações registram queda de 10,9%, com total de US$ 733,5 milhões.

Fonte: Clipping

Imagens: E.Brentzel

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Florianópolis recebe feira de aves e suínos em maio AveSui América Latina

imageEntre os dias 13 e 15 de maio acontece a AveSui América Latina 2014 e o XIII Seminário Técnico Científico de Aves e Suínos no Centro de Convenções de Florianópolis (SC). A AveSui América Latina reúne em um só local as principais empresas líderes do agronegócio e os principais produtores e profissionais ligados a avicultura e a suinocultura de toda América Latina.
São três dias de contato direto entre empresas expositoras, visitantes e congressistas, em um ambiente criado para quem quer conhecer todas as novidades e tendências mundiais em produção intensiva de proteína animal, ter contato com novas tecnologias, novos produtos, soluções práticas aplicadas ao dia a dia seja em manejo, saúde animal, ambiência, nutrição, máquinas e equipamentos, energia renovável, reciclagem animal e vegetal e muito mais.
O evento engloba feira de negócios, painel de economia e mercado, seminários técnicos de nutrição e ambiência em aves e suínos, workshop de controladores e sensores para galpões, trabalhos científicos, granja modelo de aves e suínos, pavilhões internacionais, III Painel de Biomassa & Bioenergia, III Painel de Reciclagem Animal e prêmio Jovem Cientista e Profissional.

Fonte: Canal Rural/SP

Imagens: E.Brentzel

segunda-feira, 28 de abril de 2014

“Hormônio na carne de frango: discussão desnecessária”

imageA grande – e capital – diferença é que esta abordagem não vem de gente do setor, mas da área acadêmica. E quem a assume é uma jovem estudante do Curso de Zootecnia do Centro de Educação Superior do Oeste (CEO), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Atuando sob orientação da Professora Lenita de Cássia Moura Stefani, a futura zootecnista Beatriz Danieli desenvolveu estudo em que, inicialmente, concorda ser difícil “acreditar na ausência de hormônio na carne de frango quando se produz um animal em tão curto tempo”. Mas ela própria se incumbe de desfazer essa crença ao demonstrar que os altos rendimentos obtidos resultam de melhoramento genético associado a uma boa nutrição, controle ambiental e desenvolvimento na prevenção e tratamento de doenças. E é isso que faz com que “a ave cresça rapidamente de forma saudável, dando origem a carne de qualidade” – ressalta.
Naturalmente, a avicultura irá fazer bom uso do estudo em pauta, multiplicando-o e divulgando-o amplamente, especialmente entre aqueles que insistem em afirmar (sem ter conhecimento de causa) que o setor recorre, artificialmente, ao uso de hormônios.
Uma recomendação, porém: que não se aja como o jornalista de Santa Catarina que, ao efetuar a primeira divulgação da matéria, recorreu ao seguinte título: “Frango catarinense feito sem hormônio”. É um erro brutal que vem se repetindo desde o início do ano em diferentes pontos do País, numa demonstração de “bairrismo” neste caso injustificável. Pois não é o frango “de Santa Catarina”, “do Paraná”, “de São Paulo” ou, mesmo, “do Brasil” que é feito sem hormônio: o frango dispensa o uso desse recurso em qualquer parte do mundo. Ou seja: particularizar a inutilidade do hormônio a uma determinada região geográfica (cidade, estado ou país) significa, simplesmente, continuar alimentando o velho mito que todos desejamos verimage derrubado. Por sinal, desse problema não escapa nem mesmo a frase oficialmente autorizada: “sem uso de hormônio, como estabelece a legislação brasileira”. Pois é automática a conclusão (do consumidor) de que... “se não fosse a lei...”. Mas mesmo isto, note-se, só se aplica aos consumidores crentes na obediência geral à legislação brasileira. Como não são muitos, parece que a emenda ficou muito pior que o soneto.
Sob esse aspecto, aliás, é inevitável retornar à acadêmica Beatriz Danieli ou, mais especificamente, ao título de seu estudo. Pois, em poucas palavras, ela coloca uma pedra definitiva no assunto ao afirmar que a questão do hormônio na carne de frango é “discussão desnecessária”.

Fonte: AVISITE

Imagens : E.Brentzel

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Absurdos da Comunicação Brasileira

imageincrível, como uma emissora de televisão como a Globo, alta formadora de opinião  pode em horário nobre expor em sua telenovela "Em Família" , duas artistas de renome,comprando em uma feira livre PARTES DE FRANGO, em uma barraca sem sistema de refrigeração, produto exposto ao sol, sem embalagem ou container de proteção, numa bacia branca, ao lado de uma balança enferrujada. No Brasil, a avicultura emprega mais de 3,6 milhões de pessoas, direta e indiretamente, e responde por quase 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Eles estão expondo de forma errada e sem responsabilidade esta proteína branca,  num pais que esta entre os três maiores produtores de aves do mundo junto aos EUA e China, a qualidade, garantia sanitária destes produtos são fiscalizados pelo SIF - Serviço de Inspeção Federal/Ministério da Agricultura.  Tenho certeza que  meus pares, também devem ficar indignados  pois, trabalhamos dia e noite no profundo cumprimento das normas que regem os programas do Ministério, a fim de poder dar ao consumidor final um produto de alta qualidade e sem riscos a saúde publica e ésta emissora expões nosso produto desta forma...

Infelizemente, estamos de olhos

E.Brentzel

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Calor mata mais de 400 mil frangos

Mortandade ocorreu após queda de energia no Vale do Taquari, e pode elevar preço ao consumidor. A mortandade de milhares de frangos no Rio Grande do Sul provocada pelo calor, em razão da falta de energia, pode resultar em aumento de preço para o consumidor gaúcho. Apenas nesta semana, quando os termômetros chegaram a 40ºC, mais de 400 mil aves morreram no Vale do Taquari, após ficarem sem ventilação nos aviários. Somente no município de Relvado, aproximadamente 200 mil animais não resistiram ao calor escaldante após três horas de queda de energia na tarde de quinta-feira. Com 13 frangos ocupando o mesmo metro quadrado, os aviários precisam dos sistemas de ventilação e nebulização para manter uma temperatura ambiente suportável – já que as aves são extremamente sensíveis à instabilidade térmica.
Produtor em Relvado, Esequiel Bagattini, 34 anos, perdeu mais de 70% da produção. Dos 28 mil frangos confinados em dois aviários, quase 20 mil morreram após a propriedade na Linha São Carlos ficar sem energia das 13h30min até a meia-noite.
– A luz voltou às 17h, quando três mil frangos já tinham morrido. Mas logo em seguida estourou um transformador, fazendo com que a energia só voltasse quando mais da metade dos animais já estavam mortos – lamenta Bagattini, que calcula um prejuízo superior a R$ 15 mil.
Os animais mortos, com 37 dias de vida e 2,2 kg em média, seriam entregues à BRF de Lajeado na próxima sexta-feira. Ontem, por meio de nota, a BRF informou que está fazendo um levantamento sobre os prejuízos causados aos produtores integrados do Vale do Taquari, e que os danos devem ser ressarcidos pela concessionária de energia responsável pelo abastecimento na região.
Conforme a Associação Gaúcha da Avicultura (Asgav), a mortandade das últimas semanas irá reduzir em pelo menos 15% o volume de abates de frangos no Estado, o que pode aumentar o preço ao consumidor.
– As indústrias terão de ajustar suas produções em razão dessas perdas – aponta José Eduardo dos Santos, diretor-executivo da entidade.

Fonte: Zero hs –RS

Imagens: E.Brentzel

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Consumo de energia crescerá 18% mais que a média nacional

Projeção da Copel para o Estado leva em conta o bom momento do agronegócio e da agroindústria paranaenses. Fabricação de produtos alimentícios é um dos segmentos com maior participação no consumo industrial
Puxado pelos bons ventos que sopram sobre o agronegócio e a agroindústria paranaenses, o consumo de energia elétrica no Estado deve crescer 4,5% neste ano, segundo projeção da Copel. Isso representa um aumento 18% maior que o previsto pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para o País (3,8%). No ano passado, o crescimento do consumo no Paraná, na comparação com 2012, foi de 4,2%, e no Brasil, de 3,5%. Ou seja, o consumo cresceu no Paraná 20% a mais que na média brasileira.
"Vamos crescer 4,5% neste ano principalmente por causa do aumento da produção baseada no agronegócio. A fabricação de produtos alimentícios é um dos segmentos com maior participação no consumo industrial", afirma a gerente de Estudos de Mercado de Energia da Copel, Margarete Pisetta de Almeida. Segundo ela, outros segmentos, como o de fabricação de produtos de borracha, de madeira, e celulose, também têm peso significativo nesta conta.
Quando se compara o aumento de consumo exclusivo do setor industrial, a conclusão é que a indústria paranaense foi muito melhor que a média brasileira em 2013. Aqui, o crescimento foi de 4,4%, contra apenas 0,6% da média nacional.
Já o crescimento de gasto de energia elétrica nas residências paranaenses, segundo a Copel, será menor esse ano, de 4,4%, contra 5% verificado no ano passado. Mesmo assim, pelas projeções, será maior que o do País (4,1%). Segundo a gerente, o consumo residencial vai aumentar no Paraná sobre uma base muito alta. "Nos últimos anos, o consumo médio dos consumidores residenciais tem crescido muito em função do aumento da renda da população e da compra de equipamentos eletrodomésticos, que consomem mais energia", declara. Para ela, existe uma "saturação" e as vendas desses produtos crescerão menos daqui para a frente.

Fonte: Clipex por Nelson Bortolin

Imagens: E.Brentzel