Nesta semana, a Secretária de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/Mapa) publicou no Diário Oficial da União (DOU), a Instrução Normativa nº 12, de 26 de julho de 2010, que estabelece os parâmetros para avaliação do teor total de água contida em cortes específicos de frango, congelados e resfriados.
A nova norma, de acordo com a União Brasileira de Avicultura (Ubabef), em nada altera os parâmetros originalmente estabelecidos na IN nº 9,de 4 de maio de 2010. "A IN não altera o teor de água contida, apenas estabelece os parâmetros para avaliação do Teor Total de Água Contida nos Cortes de Aves resfriados e congelados", afirma a entidade. "A única diferença entre a IN 12 e a IN 9 refere-se à aplicação da Instrução Normativa, que antes era voltada para Cortes de Aves - Frango, Galinha, Galeto - e agora restringe-se aos Cortes de Frangos. Essa mudança veio para corrigir uma falha da IN9, uma vez que a metodologia com base na relação umidade proteína foi feita com base nos estudos de cortes de frangos apenas".
Segundo a Ubabef, é importante para a avicultura nacional que os parâmetros de avaliação do teor de água nos produtos sejam claros e definidos apropriadamente para cada classe de produto. Desta forma, podem se evitar equívocos por parte das empresas e dos órgãos fiscalizadores.
Fonte: Avicultura Industrial
comercializado para os estados vizinhos, como Piauí, Maranhão e Rio Grande do Norte. “Diariamente, são produzidos 3,7 milhões de ovos e, semanalmente, são abatidos 1,7 milhão de frangos”, afirma.
Berço da avicultura nacional, nos anos 1960, início da década de 1970, o Rio de Janeiro mantém hoje um volume de produção bem aquém dos números nacionais. Em compensação, o fluminense é o segundo mercado consumidor de alimentos do país, só perdendo para São Paulo. Para diminuir esse descompasso e contribuir com o desenvolvimento da avicultura do estado, a pesquisadora Virginia Leo de Almeida Pereira, da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense (UFF), vem monitorando e avaliando as condições sanitárias de algumas granjas de cidades do interior fluminense. Seu projeto tem apoio do programa Jovem Cientista do Nosso Estado, da Faperj.
A partir de coletas semestrais de água, para avaliação microbiológica e físico-química, feita no Laboratório de Biologia Animal da Pesagro-Rio, assim como amostras de sangue e swabs (da traqueia e da cloaca) das aves, realizadas a cada dois ou três meses e processadas no Laboratório de Ornitopatologia da UFF, Virginia e sua equipe traçam um perfil da saúde do criatório.




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