Que bom que você veio, aproveite

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Flamboiã leva seus lideres para um domingo de aventuras

Treinamento Vivencial e Desenvolvimento Humano:

imageQuer ensinar uma criança à andar de bicicleta? Mostre como fazer e deixe ela andar ! Não tem discurso, curso, foto ou filme que substitua a EXPERIÊNCIA. É a pedagogia mais impactante disponível.

Na cidade de Brotas foram executadas as atividades ao ar livre onde os lideres foram submetidos a provas de resistência, estratégia, coragem imagee superação. Estas atividades tiveram como premissa o seguinte tripé: vivência consistente / esforço físico limitado / segurança máxima.

Nesta linha de trabalho, o dia passou como uma flecha, as equipes super entrosadas, muitas risadas e divertimento. Iniciamos o dia com um delicioso Café da manhã do campo e terminamos com uma confraternização ( churrasco ) e uma reunião para troca final de experiencias e valores sobre tudo o que fora feito e trabalhado.

imageimageimage

Foi muito bacana poder dividir com vocês meus amigos este final de semana, obrigado por fazerem parte do quadro de funcionários da nossa empresa tenho muito orgulho de todos vocês…..

E.Brentzel

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Biovet lança única vacina contra coccidiose aviária a utilizar cepas brasileiras

Lançamento oferece maior e mais rápida proteção contra os reais desafios a campo.

imageAssessoria de imprensa (10/05/2005) -- O Laboratório Biovet anuncia o lançamento da Bio-Coccivet R, primeira vacina contra coccidiose a atender a realidade do mercado brasileiro e voltada às agroindústrias que produzem matrizes avícolas. Até então as vacinas usadas pelos avicultores eram importadas. Lançamento ocorre nesta terça-feira (10/05), em Florianópolis/SC. Para fabricar a vacina foi construída a primeira planta de produção de vacina contra coccidiose aviária da América Latina. Em todo mundo há apenas cinco outros centros similares ao do Biovet, mas possivelmente nenhum outro tão avançado.

O Biovet também está dobrando sua capacidade de produção de vacinas para saúde animal, a partir da inauguração de um segundo aviário SPF (Specific Pathogen Free), no qual são produzidos ovos embrionados livres de patógenos específicos usados como matéria-prima na produção de vacinas. As novidades resultam de investimentos próprios de US$7,4 milhões aplicados em infra-estrutura, pesquisa e tecnologia inéditas na avicultura do Brasil.

imageBio-Coccivet R é solução contra coccidiose, doença infecciosa que afeta aves e que acarreta prejuízos anuais de cerca de US$ 800 milhões à avicultura mundial. O lançamento também atende as atuais tendências de segurança alimentar: por ser uma vacina não deixa resíduo químico nos ovos e na carne de frango. Bio-Coccivet R teve parceria inédita entre o Biovet e a USP (Universidade de São Paulo). Em seu desenvolvimento, a vacina exigiu técnicas biológicas, bioquímicas e moleculares -- algumas inéditas, ou apenas utilizadas nas áreas de estudos genômicos, de medicina forense, de testes de paternidade humana etc. Não é à toa que gera dois pedidos de patente.

Fonte: Facebook/Biovet.SA

Imagens: E.Brentzel

Avicultura

imageLevantamentos feitos pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações da avicultura brasileira – que contemplam embarques de carnes de frango, peru, patos, ovos, materiais genéticos e ovos férteis – totalizaram 1,314 milhão de toneladas nos quatro primeiros meses de 2014, resultado 1,1% maior em relação ao mesmo período do ano passado. Em receita, houve decréscimo de 11,3%, atingindo US$ 2,56 bilhões. O resultado em volumes também foi positivo em abril. De acordo com os dados da ABPA, houve crescimento de 2,8%, chegando a 364,2 mil toneladas. Já em receita, as exportações registram queda de 10,9%, com total de US$ 733,5 milhões.

Fonte: Clipping

Imagens: E.Brentzel

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Florianópolis recebe feira de aves e suínos em maio AveSui América Latina

imageEntre os dias 13 e 15 de maio acontece a AveSui América Latina 2014 e o XIII Seminário Técnico Científico de Aves e Suínos no Centro de Convenções de Florianópolis (SC). A AveSui América Latina reúne em um só local as principais empresas líderes do agronegócio e os principais produtores e profissionais ligados a avicultura e a suinocultura de toda América Latina.
São três dias de contato direto entre empresas expositoras, visitantes e congressistas, em um ambiente criado para quem quer conhecer todas as novidades e tendências mundiais em produção intensiva de proteína animal, ter contato com novas tecnologias, novos produtos, soluções práticas aplicadas ao dia a dia seja em manejo, saúde animal, ambiência, nutrição, máquinas e equipamentos, energia renovável, reciclagem animal e vegetal e muito mais.
O evento engloba feira de negócios, painel de economia e mercado, seminários técnicos de nutrição e ambiência em aves e suínos, workshop de controladores e sensores para galpões, trabalhos científicos, granja modelo de aves e suínos, pavilhões internacionais, III Painel de Biomassa & Bioenergia, III Painel de Reciclagem Animal e prêmio Jovem Cientista e Profissional.

Fonte: Canal Rural/SP

Imagens: E.Brentzel

segunda-feira, 28 de abril de 2014

“Hormônio na carne de frango: discussão desnecessária”

imageA grande – e capital – diferença é que esta abordagem não vem de gente do setor, mas da área acadêmica. E quem a assume é uma jovem estudante do Curso de Zootecnia do Centro de Educação Superior do Oeste (CEO), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Atuando sob orientação da Professora Lenita de Cássia Moura Stefani, a futura zootecnista Beatriz Danieli desenvolveu estudo em que, inicialmente, concorda ser difícil “acreditar na ausência de hormônio na carne de frango quando se produz um animal em tão curto tempo”. Mas ela própria se incumbe de desfazer essa crença ao demonstrar que os altos rendimentos obtidos resultam de melhoramento genético associado a uma boa nutrição, controle ambiental e desenvolvimento na prevenção e tratamento de doenças. E é isso que faz com que “a ave cresça rapidamente de forma saudável, dando origem a carne de qualidade” – ressalta.
Naturalmente, a avicultura irá fazer bom uso do estudo em pauta, multiplicando-o e divulgando-o amplamente, especialmente entre aqueles que insistem em afirmar (sem ter conhecimento de causa) que o setor recorre, artificialmente, ao uso de hormônios.
Uma recomendação, porém: que não se aja como o jornalista de Santa Catarina que, ao efetuar a primeira divulgação da matéria, recorreu ao seguinte título: “Frango catarinense feito sem hormônio”. É um erro brutal que vem se repetindo desde o início do ano em diferentes pontos do País, numa demonstração de “bairrismo” neste caso injustificável. Pois não é o frango “de Santa Catarina”, “do Paraná”, “de São Paulo” ou, mesmo, “do Brasil” que é feito sem hormônio: o frango dispensa o uso desse recurso em qualquer parte do mundo. Ou seja: particularizar a inutilidade do hormônio a uma determinada região geográfica (cidade, estado ou país) significa, simplesmente, continuar alimentando o velho mito que todos desejamos verimage derrubado. Por sinal, desse problema não escapa nem mesmo a frase oficialmente autorizada: “sem uso de hormônio, como estabelece a legislação brasileira”. Pois é automática a conclusão (do consumidor) de que... “se não fosse a lei...”. Mas mesmo isto, note-se, só se aplica aos consumidores crentes na obediência geral à legislação brasileira. Como não são muitos, parece que a emenda ficou muito pior que o soneto.
Sob esse aspecto, aliás, é inevitável retornar à acadêmica Beatriz Danieli ou, mais especificamente, ao título de seu estudo. Pois, em poucas palavras, ela coloca uma pedra definitiva no assunto ao afirmar que a questão do hormônio na carne de frango é “discussão desnecessária”.

Fonte: AVISITE

Imagens : E.Brentzel

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Absurdos da Comunicação Brasileira

imageincrível, como uma emissora de televisão como a Globo, alta formadora de opinião  pode em horário nobre expor em sua telenovela "Em Família" , duas artistas de renome,comprando em uma feira livre PARTES DE FRANGO, em uma barraca sem sistema de refrigeração, produto exposto ao sol, sem embalagem ou container de proteção, numa bacia branca, ao lado de uma balança enferrujada. No Brasil, a avicultura emprega mais de 3,6 milhões de pessoas, direta e indiretamente, e responde por quase 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Eles estão expondo de forma errada e sem responsabilidade esta proteína branca,  num pais que esta entre os três maiores produtores de aves do mundo junto aos EUA e China, a qualidade, garantia sanitária destes produtos são fiscalizados pelo SIF - Serviço de Inspeção Federal/Ministério da Agricultura.  Tenho certeza que  meus pares, também devem ficar indignados  pois, trabalhamos dia e noite no profundo cumprimento das normas que regem os programas do Ministério, a fim de poder dar ao consumidor final um produto de alta qualidade e sem riscos a saúde publica e ésta emissora expões nosso produto desta forma...

Infelizemente, estamos de olhos

E.Brentzel

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Calor mata mais de 400 mil frangos

Mortandade ocorreu após queda de energia no Vale do Taquari, e pode elevar preço ao consumidor. A mortandade de milhares de frangos no Rio Grande do Sul provocada pelo calor, em razão da falta de energia, pode resultar em aumento de preço para o consumidor gaúcho. Apenas nesta semana, quando os termômetros chegaram a 40ºC, mais de 400 mil aves morreram no Vale do Taquari, após ficarem sem ventilação nos aviários. Somente no município de Relvado, aproximadamente 200 mil animais não resistiram ao calor escaldante após três horas de queda de energia na tarde de quinta-feira. Com 13 frangos ocupando o mesmo metro quadrado, os aviários precisam dos sistemas de ventilação e nebulização para manter uma temperatura ambiente suportável – já que as aves são extremamente sensíveis à instabilidade térmica.
Produtor em Relvado, Esequiel Bagattini, 34 anos, perdeu mais de 70% da produção. Dos 28 mil frangos confinados em dois aviários, quase 20 mil morreram após a propriedade na Linha São Carlos ficar sem energia das 13h30min até a meia-noite.
– A luz voltou às 17h, quando três mil frangos já tinham morrido. Mas logo em seguida estourou um transformador, fazendo com que a energia só voltasse quando mais da metade dos animais já estavam mortos – lamenta Bagattini, que calcula um prejuízo superior a R$ 15 mil.
Os animais mortos, com 37 dias de vida e 2,2 kg em média, seriam entregues à BRF de Lajeado na próxima sexta-feira. Ontem, por meio de nota, a BRF informou que está fazendo um levantamento sobre os prejuízos causados aos produtores integrados do Vale do Taquari, e que os danos devem ser ressarcidos pela concessionária de energia responsável pelo abastecimento na região.
Conforme a Associação Gaúcha da Avicultura (Asgav), a mortandade das últimas semanas irá reduzir em pelo menos 15% o volume de abates de frangos no Estado, o que pode aumentar o preço ao consumidor.
– As indústrias terão de ajustar suas produções em razão dessas perdas – aponta José Eduardo dos Santos, diretor-executivo da entidade.

Fonte: Zero hs –RS

Imagens: E.Brentzel

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Consumo de energia crescerá 18% mais que a média nacional

Projeção da Copel para o Estado leva em conta o bom momento do agronegócio e da agroindústria paranaenses. Fabricação de produtos alimentícios é um dos segmentos com maior participação no consumo industrial
Puxado pelos bons ventos que sopram sobre o agronegócio e a agroindústria paranaenses, o consumo de energia elétrica no Estado deve crescer 4,5% neste ano, segundo projeção da Copel. Isso representa um aumento 18% maior que o previsto pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para o País (3,8%). No ano passado, o crescimento do consumo no Paraná, na comparação com 2012, foi de 4,2%, e no Brasil, de 3,5%. Ou seja, o consumo cresceu no Paraná 20% a mais que na média brasileira.
"Vamos crescer 4,5% neste ano principalmente por causa do aumento da produção baseada no agronegócio. A fabricação de produtos alimentícios é um dos segmentos com maior participação no consumo industrial", afirma a gerente de Estudos de Mercado de Energia da Copel, Margarete Pisetta de Almeida. Segundo ela, outros segmentos, como o de fabricação de produtos de borracha, de madeira, e celulose, também têm peso significativo nesta conta.
Quando se compara o aumento de consumo exclusivo do setor industrial, a conclusão é que a indústria paranaense foi muito melhor que a média brasileira em 2013. Aqui, o crescimento foi de 4,4%, contra apenas 0,6% da média nacional.
Já o crescimento de gasto de energia elétrica nas residências paranaenses, segundo a Copel, será menor esse ano, de 4,4%, contra 5% verificado no ano passado. Mesmo assim, pelas projeções, será maior que o do País (4,1%). Segundo a gerente, o consumo residencial vai aumentar no Paraná sobre uma base muito alta. "Nos últimos anos, o consumo médio dos consumidores residenciais tem crescido muito em função do aumento da renda da população e da compra de equipamentos eletrodomésticos, que consomem mais energia", declara. Para ela, existe uma "saturação" e as vendas desses produtos crescerão menos daqui para a frente.

Fonte: Clipex por Nelson Bortolin

Imagens: E.Brentzel

sábado, 18 de janeiro de 2014

MBA–Avicultura Industrial

image

Neste final de semana em Campinas, fui convidado a Ministra palestra aos alunos de Pós graduação um dos módulosdos de Avicultura Industrial. O tema escolhido é muito atual, falamos de otimização da distribuição na cadeia de suprimentos.

Hoje em dia, as empresas não podem mais pensar apenas em colocar bem seus produtos no mercado, utilizando o velho e bom jargão: “Vendemos o melhor produto, com a melhor qualidade e bom preço”. O ponto alto na atualidade,  são as empresas  se especializarem cada vez mais em prestar serviço aos seus clientes. A Otimização logistica é um destes fatores, o qual agrega em muito valor a seu produto final, aumentando a competitividade, ganhando credibilidade e conquistando a fidelidade deste cliente final.

Empresas que não observarem este processo e não tratarem este assunto como uma meta a ser alcançada pode estar fadado a reduzir seu mercado comprador, e ter dificuldades de distribuição dos seus produtos.

E.Brentzel

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Ubabef e ANFFA firmam compromisso contra desperdícios em condenações de carcaça

Manejo

imageO presidente executivo da União Brasileira de Avicultura (UBABEF), Francisco Turra, firmou ontem (6) compromisso com o presidente do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (ANFFA Sindical), Wilson Roberto de Sá, para a criação de um Grupo de Trabalho para treinamento e padronização das avaliações e condenações de carcaças feitas pelos fiscais na produção de carne avícola brasileira.

O grupo deverá contar com a participação de membros da UBABEF, do Sindicato dos Fiscais Federais Agropecuários e de representantes da Embrapa.  O objetivo é criar padrões nacionais de avaliação para, posteriormente, realizar treinamentos junto aos fiscais.

imageConforme levantamento feito pela União Brasileira de Avicultura (UBABEF), respaldado em informações de uma planta com abate anual de 51,6 milhões de cabeças de aves, 2,2% do total (ou 1,133 milhão de cabeças) foram condenadas parcialmente (apenas parte do produto).  Estimativas do setor indicam que metade desse volume é de condenações desnecessárias. 

Transformando esses números em dados nacionais, significa que 145,2 mil toneladas são desperdiçadas, quando poderiam ser utilizadas para exportação ou até mesmo para consumo no mercado interno.

Fonte: Avicultura Industrial

Imagens: E.Brentzel